domingo, 13 de abril de 2008
preciso mudar.
Certo, fecho as denovo as portas desse espetáculo de corações mutilados, ontem, eu senti novamente uma lança entrando nesse coração que cansou de sofrer. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 dias...7 dias sem que você tenha um pingo de misericórdia desse ser que você diz que ama, ontem, não foi pra menos, mas foi um dia em que meu mundo desabou, pela milésima vez no mês, e tudo que eu sempre quis foi que você olhasse pra mim, só pra mim, um pouquinho da sua atenção, é isso que eu recebo por amar demais? Agora eu vejo que isso de amor realmente não existe, enquanto eu estou aqui me sentindo culpadíssima, por algo que eu não fiz, me sentindo culpada por ter nascido aqui, e por não ter te feito feliz o tanto que eu podia, você está na sua casa, deitado, agonizando de dor, pois diz que está passando mal. E EU? que passo mal desde segunda-feira, não ousei reclamar isso pra você uma única vez! Ah, eu sempre pensei que fosse dar certo, eu sempre penso que VAI dar certo, sempre quero a felicidade de todo mundo, achando que vai ter alguma coisa guardadinha pra mim no final das contas..mas eu só percebo que ninguém se importa mesmo, se você que dizia que me amava, e que dizia que era fiel, fez o que fez, pronto, que eu faço agora? Pego minhas coisas, vou embora, arranco meu coração e o faço como isca de peixe, mas eu duvido muito que os peixes irão querer meu coração, tadinho, tá todo cortado, cheio de cicatrizes, e quando meus olhos incistem em não choras, aí pronto, meu coração que chora, chora muito muito muito. E nesse exato momento, uma lágrima inciste em escorrer e passear sobre o meu rosto, tudo que e queria nesse exato momento era um abraço bem apertado, ou um soco da bárbara, qualquer coisa que me mostrasse que eu tô viva e que eu posso dar a volta por cima, só que as minhas pernas doem de tanto cair, elas não aguentam mais, e eu continuo aqui perdendo meu tempo, escrevendo as coisas mais absurdas, e os meus problemas no coração, e eu ainda continuo achando que tudo vai acabar bem, ah meu deus, que saco, odeio amar, odeio, odeio, odeio, odeio, que contradição! Não aguento mais as pessoas se aproximando de mim e indo embora, as pessoas abusando de mim, e sorrindo depois, quero chorar, chorar por todas as vezes que eu não chorei, chorar na chuva acabada e ficar lá no chão, com as pessoas passando e fingindo que não estão vendo. MALDITA ADOLESCÊNCIA QUE INCISTE EM QUERER DEIXAR NOSSAS MENTES ABERTAS PARA OS NOSSOS MALDITOS ERROS, ou quero dizer, pra que nós tiramos aprendizado dos erros dos outros que nos fazem sentir culpados.
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