ninguém realmente se importou com você, aquelas pessoas que eram bem próximas de você apagaram suas fotos das recordações dela, estão sentadas bem atrás de você mas não lhe dirigem uma palvra sequer, dialogam com outras pessoas sobre coisas que elas deviam dialogar com você, usam você e você quer morrer, quer arrancar seu maldito coração, quer arrancar tudo que está te fazendo mal. Aquela maldita pessoa que não te liga mais pra saber se você está bem, que não da mais valor pra nada que você faça, qu você anda tão triste com ela que até a voz dela você acha insuportável, você vê aquelas fotos e lhe da um aperto no peito um vontade de gritar, de explodir tuo e a todos, e você agora está achando que não pode conviver mais com ninguém, e nem confiar. Seus pais estão perguntando o porque de você não querer sair de casa, e você inventa uma gripe doentia pra simplesmente não ter que olhar praquela pessoa denovo, e você percebe que aquela pessoa que você dividia roupas, lápis, borrachas, que você contava seus segredos, confiava mais que em seus pais está indo embora diante dos seus olhos.
Eu tô falando de um amor que não é amor, é bem mais forte, é uma coisa que você construiu com o tempo, que você sempre pensou que nada destruiria, eu tô falando de amizade, a coisa que eu sempre achei que fosse mais importante na minha vida, e que quando eu dissesse: vou me matar, a minha melhor amiga diria: não, faça isso! mas agora ela diria: pode ir, vá em frente.
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